ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO - CADERNO 06 - PÁGINAS 17 E 28

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ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO - CADERNO 06 - PÁGINAS 17 E 28

Mensagem por Admin em Sab 24 Jan 2015 - 0:18

ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO

CARO PROFESSOR,

A NOSSA ATIVIDADE DO CADERNO Nº 6 FOI PRORROGADA PARA O PERÍODO DE 23 A 30 DE JANEIRO. SÃO 7 QUESTÕES (2 DA PÁGINA 17 E 4 DA PÁGINA 28) QUE DEVERÃO SER RESPONDIDAS NOS TÓPICOS QUE FORAM CRIADOS COM OS NOMES DE CADA UM DOS PROFESSORES CURSISTAS. OBSERVEM QUE NO ESPAÇO DESTINADO A CADA CURSISTA ESTÃO TRANSCRITOS TODOS OS COLÓQUIOS REFERENTES A CADA UMA DAS ATIVIDADES QUE POSTOU NO NOSSO FÓRUM. A ATIVIDADE DO CADERNO Nº 6 DEVE SER FEITA NA SEQUÊNCIA DO CONJUNTO DAS OUTRAS ATIVIDADES. ASSIM, ESTE TÓPICO ESTÁ BLOQUEADO, JÁ QUE CADA UM DEVERÁ FAZER SUAS ATIVIDADES NA SUA PÁGINA EXCLUSIVA.

REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 17)
A partir de sua formação — inicial e continuada — e de sua experiência docente, discuta e reflita com colegas de outra área distinta as questões abaixo:
1 – quais têm sido os maiores desafios no campo da avaliação educacional?
2 – qual sua concepção de avaliação e como ela se constituiu na sua trajetória docente?

REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 28)
Em consulta ao projeto político pedagógico e aos planos de ensino (aos quais você possa ter acesso) de sua escola, procure identificar os seguintes elementos:
3 – Definição(ões) de avaliação da aprendizagem encontrada(s).
4 – Quais os instrumentos e procedimentos mais utilizados.
5 – Critérios para atribuição de notas ou conceitos e de aprovação.
6 – Instâncias e participantes para definição da situação de cada aluno ao final do ano letivo.
7 – Outras observações que considere relevantes para a discussão de avaliação da aprendizagem.

______________________________________________________________________________

LEMBRO A CADA UM QUE PODE ACESSAR AS PÁGINAS DE TODOS OS CURSISTAS. ENTRETANTO, CADA UM FARÁ SUAS POSTAGENS APENAS NA SUA PÁGINA. AS POSTAGENS COLOCADAS NAS PÁGINAS DE TERCEIROS SERÃO EDITADAS PELA MODERAÇÃO.

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS !!!
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Re: ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO - CADERNO 06 - PÁGINAS 17 E 28

Mensagem por Admin em Qui 29 Jan 2015 - 6:28

ESTOU LEMBRANDO MAIS UMA VEZ QUE AS ATIVIDADES DO MÊS DE JANEIRO DEVEM SER CONCLUÍDAS ATÉ O DIA 30 DE JANEIRO !!!

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS !!!
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DESCULPEM-ME PELO TRANSTORNO...

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 14:02

As respostas a estas atividades estão sendo sistematizadas e organizadas pela administração do fórum, razão pela qual ainda não aparecem neste tópico. Muito em breve as estarei disponibilizando para todos.

Um grande abraço !!!
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PROF. ALEXANDRE RODRIGUES

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 19:10

Tive o desprazer de final do ensino médio em 1995 sentir na pele o começo da decadência educacional onde os processos avaliativos começaram a se resumir ao enfoque na aprovação. Infelizmente 1% dos alunos são avaliáveis, estamos num caminho sem volta onde todo mundo é condicionado a pré determinações, ligando diretamente os desafios avaliativos a minha concepção, um grande, sábio e experiente mestre me disse "Alexandre temos que focar em transmitir da melhor forma o que realmente estes jovens precisam absolver, avaliar é quase impossível", então faço tudo que posso para que aprendam nos aspectos necessários, avalia-los adequadamente é um sonho impossível.

Quanto ao PPP tudo é relevante todos os instrumentos se interligam, tudo tem que ser analisado.

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Olá, Alexandre,

Embora respeite a sua opinião, não posso concordar com o seu pensamento. Gostaria que revisitasse as sete questões propostas e analisasse friamente uma por uma. Acredito que na história da educação os traumas são muitos e muitas são as marcas negativas. Mas existe também muito coisa boa, muita coisa positiva. Muitas coisas que não estão de acordo com as nossas convicções precisam ser revistas, e isso é uma das multiplas faces da avaliação. Pense nisso !!!

por Admin em Sab 31 Jan 2015 - 0:12
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Já dizia Paulo Freire, “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Sempre citamos a educação como principal pilar do desenvolvimento de qualquer país, e com o Brasil não é diferente.

por Rômulo Fagundes em Sab 31 Jan 2015 - 23:00
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PROFA. CARMEM LÚCIA GOMES DA SILVA

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 19:25

Avaliar, na minha opinião é o acompanhamento do aprendizado do aluno, ou seja, uma questão processual que pode ser feita realizada a partir dos mais diversos tipos de atividades propostas ao educando.
O grande desafio no que diz respeito a essa prática começa com a dificuldade que educandos e educadores têm em perceber o ato de avaliar como algo que deve nos mostrar os caminhos a serem seguidos rumo a aprendizagem e não como um instrumento para castigar, medir ou classificar alunos em "bons ou ruins". A todo momento somos desafiados e "enxergar" as potencialidades dos jovens e adultos com os quais trabalhamos e quando consideramos a "prova" o único instrumento avaliativo, estamos desconsiderando a diversidade de saberes que muitos deles possuem.

por Carmem Lúcia Gomes da Sil em Ter 27 Jan 2015 - 19:01

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Na escola onde leciono a prática da avaliação não é um assunto discutido com maior afinco, segue-se a normativa da Secretaria de Educação do Estado que a realização de algumas atividades, cuja soma deve atribuir uma nota de 0 a 10 pontos. Uma outra nota é atribuída a partir do teste bimestral. Da soma e divisão destas notas vem a média bimestral.
A aprovação é dada mediante o resultado apresentado pelos estudantes nas atividades propostas e em alguns casos, os critérios não são estabelecidos com clareza, já que não existe um conselho para debater ou decidir questões especiais, como o caso de docentes que não adquirem a média estabelecida e nem o percentual de frequência exigidos por lei. Assim sendo, na maioria das vezes estas decisões são tomadas pela equipe gestora e em alguns casos, alguns professores são consultados, o que não é uma regra vivenciada na escola.

por Carmem Lúcia Gomes da Sil em Ter 27 Jan 2015 - 19:18

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Olá, Carmem,

São sempre muito ricas e interessantes as suas ponderações no nosso fórum e, de maneira muito particular, gosto muito quando a gente questiona, uma vez que o questionamento nos leva a reflexões mais profundas que nos ensinam muito mais e incrementam a nossa prática pedagógica no cotidiano das nossas salas de aula. E neste sentido, gostaria de questionar alguns aspectos muito interessantes, no sentido de enriquecer ainda mais o nosso diálogo:

1. Em que sentido essa concepção de avaliação está presente no nosso Projeto Político Pedagógico e nos Planos de Ensino, de acordo com o enunciado da questão?

2. De que maneira a avaliação pode interferir na prática do professor? Ou seria ela um instrumento voltado apenas para os estudantes, sem levar em conta a prática docente do professor e os fatores inerentes à instituição escola que, de certa maneira, podem interferir nos resultados a serem obtidos pelos estudantes?

por Admin em Qua 28 Jan 2015 - 6:27

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O Projeto Político Pedagógico da Escola Cleto Campelo não trata de forma clara e objetiva esta temática, mas a partir de leituras feitas anteriormente sobre o assunto, não acredito que a avaliação seja algo direcionado apenas ao estudante, talvez o êxito do nosso trabalho esteja dependendo principalmente da autoavaliação por parte dos professores. Quando eu como professora afirmo que o meu aluno não conseguiu uma nota porque não aprendeu, devo trazer a questão pra o meu lado, ou seja, preciso pensar no que e como ensinei, nos recursos que utilizei para facilitar o seu aprendizado, considerando que as pessoas aprendem em tempos diferentes.

por Carmem Lúcia Gomes da Sil em Qua 28 Jan 2015 - 17:16





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PROF. DIEGO SILVA RIBEIRO ALVES

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 19:30

1 – quais têm sido os maiores desafios no campo da avaliação educacional?
- Acredito que atualmente um grande desafio é fazer que os indivíduos (estudantes) levem a sério tudo o que é ensinado nas aulas, que eles no mínimo aprendam o verdadeiro valor da escola como formadora de cidadãos, pois nos dia atuais a escola se transformou em depósitos de crianças, em muitos casos obrigando-as a irem para escola para poderem receber benefícios financeiros.

2 – qual sua concepção de avaliação e como ela se constituiu na sua trajetória docente?
- Minha concepção de avaliação parte como uma visão panorâmica e contínua com um conjunto de critérios como participação, comportamento, contribuição durante as aulas a qual será concluída com o seu desempenho (prova). Vale salientar que esses critérios jamais será igual para todos os alunos, pois sempre temos casos de avaliar alunos de forma diferenciada.

por Diego Silva Ribeiro Alves em Sex 30 Jan 2015 - 0:06

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Ok, Diego,

É muito importante quando você coloca que os critérios devem ser adequados as diferentes realidades dos estudantes, até mesmo porque estamos trabalhando com indivíduos que têm suas peculiaridades, suas individualidades cognitivas, afetivas e sociais, dentre outras. Entretanto, senti falta dos efeitos da avaliação sobre a instituição e a prática docente do professor. Não podemos, nos tempos modernos, fugir dessa realidade. Se se está avaliando todo um processo ensino aprendizagem, há que se entender que este processo acontece na escola entre alguém que ensina e alguém que aprende. Penso que a avaliação não pode considerar apenas os resultados dos estudantes. Ela engloba a instituição escolar que deve ser adequada as necessidades dos estudantes tanto do ponto de vista físico quanto do pedagógico, como também inclui a prática do professor, seus métodos, sua didática, sua pedagogia aplicada, sabendo que todos estes aspectos interferem nos resultados obtidos pelos estudantes.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 22:20
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PROF. EDIVALDO MANOEL DOS SANTOS

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 22:24

Sabemos que no dia a dia das salas de aula e da gestão escolar, o desafio consiste em garantir que todos os estudantes aprendam o que precisam aprender na idade certa e assim consigam ampliar suas chances de prosseguir os seus estudos mesmo todos nós sabendo as grandes dificuldades encontradas. Atualmente as avaliações são encontradas em diferentes modalidades com diversas finalidades. Mesmo não concordando que a avaliação seja o melhor método para avaliar o aluno, ela nos ajuda a ter uma noção sobre o seu desempenho, sendo assim importante aplicar a mesma, juntamente com outras estratégias avaliativas.

por EDIVALDO MANOEL DOS SANTO em Qua 28 Jan 2015 - 20:06

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Não estou conseguindo associar a sua resposta aos enunciados das questões. A primeira questão se refere, de maneira muito específica aos DESAFIOS NO CAMPO DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL. Quando você afirma que "no dia a dia das salas de aula e da gestão escolar, o desafio consiste em garantir que todos os estudantes aprendam o que precisam aprender na idade certa e assim consigam ampliar suas chances de prosseguir os seus estudos mesmo todos nós sabendo as grandes dificuldades encontradas", não responde COM CLAREZA a primeira questão. As outras seis questões tratam da sua EXPERIÊNCIA NO CAMPO DA AVALIAÇÃO, DE CONCEITOS, DEFINIÇÕES, INSTRUMENTOS, MÉTODOS E CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL e, como afirmei anteriormente, não consigo associar a sua resposta a nenhuma das sete questões propostas nem a sua relação com o Projeto Político Pedagógico da escola e o seu planejamento pessoal, como exige o enunciado a partir da 3ª questão.

Você afirmou na sua missiva que "mesmo não concordando que a avaliação seja o melhor método para avaliar o aluno, ela nos ajuda a ter uma noção sobre o seu desempenho, sendo assim importante aplicar a mesma, juntamente com outras estratégias avaliativas. Acredito que esta resposta se encaixaria na 7ª questão, desde que descrevesse com clareza quais seriam as outras estratégias a que se refere ao justificar a aplicação da avaliação no sentido de AVALIAR SOMENTE O ALUNO.

Lembre-se que, para além do que foi visto no nosso ultimo encontro a respeito da avaliação educacional, você recebeu todos os cadernos (inclusive o de nº 6). Acredito que uma boa leitura do respectivo caderno e uma revisão do Projeto Político Pedagógico da escola e do seu planejamento pessoal o ajudará muito a responder a estas questões. Mas é preciso lembrar também que as atividades desta unidade se encerram no dia 30 de janeiro.

por Admin em Qui 29 Jan 2015 - 6:05




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PROF. EDUARDO JOSÉ DA SILVA

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 22:29


REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 17)
1º - Quais têm sido os maiores desafios no campo da avaliação educacional?

Atualmente os maiores desafios enfrentados no campo da avaliação educacional são:
Fazer com que o aluno tenha gosto pela leitura, pois é através de uma boa leitura, que despertarão para outras disciplinas.
A questão da quantidade sobrepondo a qualidade, pois sabemos que, o que prevalece na verdade é a questão quantidade(números) e não a qualidade.
2º- Qual sua concepção de avaliação e como ela se constituiu na sua trajetória docente?

A avaliação é contínua e processual e deve ser realizada levando em consideração as competência e habilidades de cada um de nossos educandos, e que devemos saber utilizar para que alcancemos os objetivos desejados de acordo com a realidade de nossos educandos.

por Eduardo Ed. Física em Qui 29 Jan 2015 - 18:46

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REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 28)
3 – Definição(ões) de avaliação da aprendizagem encontrada(s).
Não consta no PPP conceitos de avaliação, mas, a avaliação é contínua e processual e em todas as situações de aprendizagem do aluno, e de acordo com os objetivos propostos e os procedimentos metodológicos vivenciados pelos mesmos.
4 – Quais os instrumentos e procedimentos mais utilizados.
Os Instrumentos mais utilizados são: Seminários, Exercícios escritos; Pesquisas; Relatórios; Produções Textuais; Provas objetivas e subjetivas, Realizando atividades individuais, coletivas e provas que contemplam recuperações e/ou reposições.
5 – Critérios para atribuição de notas ou conceitos e de aprovação.
Os Critérios de pontuação/notas dependem da quantidade de questões estabelecidas e da metodologia de trabalho do professor.
6 – Instâncias e participantes para definição da situação de cada aluno ao final do ano letivo.
São realizados Conselhos de Classe bimestralmente e/ou semestralmente e ao final do ano letivo para resolução dos problemas mais frequentes.
7 – Outras observações que considere relevantes para a discussão de avaliação da aprendizagem.
É possível concebermos uma perspectiva de avaliação cuja vivência seja marcada pela lógica da inclusão, do diálogo, da construção da autonomia, da mediação, da participação, da construção da responsabilidade com o coletivo.

por Eduardo Ed. Física em Sex 30 Jan 2015 - 22:01

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Ok, Eduardo,

É muito interessante o que você escreveu na sétima questão:

" Outras observações que considere relevantes para a discussão de avaliação da aprendizagem.
É possível concebermos uma perspectiva de avaliação cuja vivência seja marcada pela lógica da inclusão, do diálogo, da construção da autonomia, da mediação, da participação, da construção da responsabilidade com o coletivo."

Isso nos mostra que estamos vivenciando um processo de amadurecimento e que, a partir do momento em que estas concepções forem sendo partilhadas com todo o grupo, a tendência é vivenciarmos um processo de evolução muito grande que interferirá de forma muito positiva nos resultados das avaliações dos estudantes.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 22:07
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PROFA ELIDA MANUELA DA SILVA SANTOS

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 22:35

PÁGINAS 2- 17 QUESTÕES (1,2)
(1)- A Avaliação ainda é percebida de maneira " QUANTITATIVA", sendo reduzida a números, porém se faz necessário que a avaliaçáo,seja compreendida como um processo de ensino e aprendizagem,que ocorrem de forma contínua, comutativa e sistemática, não apenas como resultado final. A avaliação precisa ser realizada em coerência com o currículo e o planejamento, para que envolvam atividades pedagógicas significativas para os educandos e esucadores precisam incorporar a realidade deles no ensino desenvolvido nabescola.
(2)- Fazer com que o aluno reconheça todos os campos temático envolvendo também em outras áread como contextualização, constatar se os alunos estão ou não preparados para o processo as avaliações, isso porque a possibilidade de os alunos se saírem melhor ou pior nas avaliações externas onde está intimamente relacionada à diversidade, e qualidade e experiências de aprendizagem a que tiveram acesso ao longo das etapas devescolaridade.
PÁGINAS (4-28) QUESTÕES (3-7)
(3)- A avaliação da aprendizagem não é algo meramente técnico. Envolve auto eatima, respeito à vivência e cultura própria do aluno. Do mesmo modo o professor que faz uso de instrumentos de avaliação diversos para ao longo de um período acompanhar o ensino- aprendizagem , é diferente daquele que se restringe a adr apenasbuma avaliação ao final do período.
(4-5)- As provas abertas, dissertativas, registros, trabalhos individuais e em grupo, relatórios de pesquisa, auto-avaliação etc, por testes de múltiplas escolha sem dispensar a avaliação bimestral onde na perspecriva formativa contribui fundamentalmente com os processos de ensino e apendizagem.
(6)- Ao final do ano letivo para enfrentar as avaliações, os alunos precisão ter contato diversificado com várias áreas do conhecimento para ampliar seu repertório, aprender procesimentos (registrar, organizar, comparar, analisar); desenvolver habilidades de leitura e capacidade de criar eatratégias para resolver problemas.
As escolhas feita ao final do ano letivo na ação pedagógica lecam em conta o que, como e porque será levado o aluno a aprovação.
(7)- Aprender e fazer comparações e estabelecer relaçõea entre diferentes informações, assuntos, situações e contextos, por exemplo, contribui para o desenvolvimento da capacidade de realizar operações complexas e pode ser considerada uma finalidade comum a todas as disciplinas trabalhadas na escola. As possibilidades de os alunos adquirirem essa abilidade podem ser aplicadas se, em conjunto, as diversas disciplinas cada uma com com base em suas especificidades ( conteúdos e instrumentos próprios ) buscando favorecer seu desenvolvimento tendo como uma forma de aprendizagem.
O PPP escolar deve ser elaborado coletivamente e expor a visão a cerca da missão escolar, direcionando os critérios através dos quais as práticas docentes que estão sendo envolvidas, sejam avaliadas. Segundo Paulo Freire- A avaliação não é um ato pelo qual A avalia B, mas sim um processo pelo qual A e B avaliam uma prática educatica mais eficas e significativa.

por elida manuela da silva sa em Sab 24 Jan 2015 - 0:57

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Olá, Elida,

Me parece que não compreendeu os questionamentos propostos. Percebo que não há clareza nas suas respostas das questões 1 e 2 que devem se fundamentar tanto na sua formação acadêmica quanto na sua formação em serviço, bem como na sua prática docente no dia a dia da escola. Em relação a questão nº 1, sua resposta não se refere aos desafios da avaliação em relação ao estudante, ao professor e a instituição escolar. Em relação a questão nº 2, NA SUA CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO (como a pergunta sugere), é somente o aluno que é avaliado? Observe que a questão se refere a CONSTITUIÇÃO DA AVALIAÇÃO NA SUA TRAJETÓRIA DOCENTE.

Em relação as questões 3, 4, 5, 6 e 7, gostei muito da sua colocação quando se referiu a Paulo Freire, principalmente ao ponderar a visão ampla da concepção freireana de avaliação de toda a prática educativa. Isso corresponde a uma prática de avaliação que não está centrada de forma exclusiva nos resultados obtidos pelo estudante, pois envolve também a prática da escola e todo o trabalho do professor. Entretanto, observe que as respostas a estas cinco questões exigem A CONSULTA AO PPP DA ESCOLA (QUE ESTÁ NO NOSSO FÓRUM) E AO PLANEJAMENTO DESCRITO POR VOCÊ MESMA NOS SEUS DIÁRIOS DE CLASSE.

Um grande abraço !!!

por Admin em Sab 25 Jan 2015 - 5:57

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Referente a questão (1)- eu fiz de um modo geral, os desafios da avaliação aos alunos tem como desafio compreender através do educador que a avaliação é um processo de continua construção, é conseguir através do educador identificar quais são seus pontos fortes e o que ainda precisa melhorar, assim desenvolve- se a noção de uma atitude crítica sobre seu aprendizado, pratica a auto- avaliação, que serve também para o educador que está sempre se refletindo sobre suas potencialidades e reconhecimento de sua aptidão. O desafio da avaliação escolar tem sido realizado por provas, exames, atribuindo notas por projetos educacionais como nas áreas de língua portuguesa onde são elaborados a literatura ( SARAU), e os desafios da instituição precisa estar em conjunto com o planejamento, currículo, precisam ser organizados, executados em conjunto para que assim os educadores consigam desenvolver práticas educativas articuladas, tendo o educando como o sujeito mais importante em todo o processo educacional.
(2)- Não só o aluno é avaliado mas todo um corpo docente, a auto- avaliação, O QUE VOU AVALIAR? O QUE É. FUNDAMENTAL No QUE ENSINO? Alguns objetivos prévios certamente não serão atingidos,pois, durante o processo de ensino, vão imergindo novas questões. Se o educador não estiver atento as dificuldades dos alunos, para ajustar seu trabalho, não atingirá as metas inicias. Os objetivos precisam ser flexibilizados durante o processo de ensino. " segundo freire, o processo é auto avaliado, a avaliação mútua quem envolve professor e aluno, e a prática educativa que não é simplesmente um momento específico determinar pelo professor".

por elida manuela da silva sa em Sab 24 Jan 2015 - 13:12
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PROF. EMERSON MANUEL DA SILVA

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 22:48

REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 17)
Iniciando uma das atividades mais cautelosas desse curso, pois falar de avaliação requer um certo cuidado. Primeiro porque quem gosta de ser avaliado? Somos uma equipe do curso de formação, se no próximo encontro o amigo facilitador Roberto chegar com uma avaliação individual ou "só poderá lecionar em nossa escola quem passar em um processo avaliativo" dá pra imaginar o que aconteceria?...Acredito que nossos alunos sentem um pouco disso quando passam por uma avaliação.
Um dos maiores desafios na avaliação educacional seria avaliar de forma correta pois cada um de nossos estudantes trazem uma bagagem diferenciada e isso pesa muito na hora de avaliar. A avaliação deve ocorrer de forma continua, é fato, e porque nos prendemos em semana de prova? Será que é uma prática correta no sistema avaliativo?
O caderno seis aborda a avaliação da aprendizagem "muito utilizada por nós" avaliação institucional "que deveria estar como regra interna, inclusive no PPP" e a avaliação externa aplicada por órgãos superiores.

por Emerson Silva em Sex 30 Jan 2015 - 12:45

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Em minha concepção avaliação deve ser continua agregada a instrumentos que possam diagnosticar a aprendizagem ou déficit de cada estudante. Maneiras práticas e dinâmicas onde possamos proporcionar um ambiente e uma linguagem prazerosa, onde o estudante possa sentir sua liberdade de expressão. Com isso conseguimos desenvolver essas habilidades avaliativas.

por Emerson Silva em Sex 30 Jan 2015 - 13:18

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REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 28)
Infelizmente nosso Projeto pedagógico não aborda uma riqueza no que se trata de avaliação de aprendizagem sendo essa uma das metas de elaboração em sua reformulação. Muitos colegas já utilizam técnicas eficientes de avaliação e devemos seguir como exemplo. Falamos tanto em qualidade na educação e tradicionalmente utilizamos os resultados de avaliação para decidir no final do ano letivo se o aluno será aprovado ou reprovado.

por Emerson Silva em Sex 30 Jan 2015 - 13:43

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Ok, Emerson.

Gostei muito das questões que você aborda ao se referir as questões da página 17, visto que a avaliação da aprendizagem é bem mais abrangente do que o que costumamos observar na maioria das instituições escolares e não está atrelada somente a classificação dos estudantes. Entretanto, senti falta do que diz respeito ao corpo docente e a instituição, uma vez que o trabalho da avaliação educacional bem elaborada possui elementos que nos permite rever as práticas docentes dos professores e a proposta da instituição. Não é verdade? Em relação a atividade da página 28, mesmo de forma sucinta, é muito interessante quando você faz referência ao trabalho dos colegas professores. É aí que a gente percebe a riqueza que tem o conjunto de professores numa escola e nos leva a refletir acerca da troca de experiências que deve acontecer no locus do nosso trabalho. Em resumo, temos um longo caminho a ser percorrido !!!

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 14:47

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Caro mestre, em relação aos colegas temos a necessidade de termos uma maior interação, pois sinto os projetos individualistas. Porém temos projetos de sucesso que devem ter uma maior interdisciplinaridade que envolva mais turmas e mais colegas. Quero tomar como exemplo o nosso amigo Helder que em sociologia fez uma avaliação interessante, pois fez com que seus estudantes produzissem um texto e no final do ano repetiu a atividade e concluiu o nível de evolução que sua turma teve individualmente. Acredito que esse ano será de inovações, pois já temos projetos que devem envolver toda a comunidade escolar.

por Emerson Silva em Dom 1 Fev 2015 - 12:38

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É verdade, Émerson. Esse tipo de trabalho nos permite fazer uma comparação entre a realidade atual e a inicial. Trata de uma forma muito eficaz de diagnosticar os mais variados aspectos inerentes ao desenvolvimento das atividades feitas pelos estudantes e ajudá-los a refletir, rever conceitos, definições e saberes, como também propicia a oportunidade de construção do novo. Em suma, isso é muito salutar.

por Admin em Dom 1 Fev 2015 - 21:56

Última edição por Admin em Qui 5 Fev 2015 - 15:18, editado 1 vez(es)

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Ok!!! Caro mestre.

por Emerson Silva em Qui 5 Fev 2015 - 11:42

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QUE OS MESTRES SE ENCONTREM PARA ALÉM DO ABRAÇO CORPÓREO, PARA O DA SAPIÊNCIA !!!

Professor Emerson,

Antes que me pergunte, já estou dando a resposta... Não me refiro ao professor Alexandre quando afirmo "QUE OS MESTRES SE ENCONTREM PARA ALÉM DO ABRAÇO CORPÓREO, PARA O DA SAPIÊNCIA !!!" Me refiro a todos nós, professores da mesma escola, levado pelo que você escreveu anteriormente: "Caro mestre, em relação aos colegas temos a necessidade de termos uma maior interação, pois sinto os projetos individualistas."

Mesmo sendo um corpo de professores que atuam no mesmo espaço físico, na mesma escola, em muitos momentos somos um corpo esquartejado, cada pedaço jogado em um lugar distinto e muitas vezes sem ter conhecimento ou consciência de que os pedaços unidos deixam de ser parte para formarem um todo. Mas cada colóquio com essa visão crítico reflexiva colocado aqui no nosso fórum me faz acreditar que caminhamos para um amadurecimento, para um crescimento enquanto grupo, enquanto corpo de uma escola.

Não sei se você viu o ultimo colóquio de Flávia. Se não o viu, abra a página dela e dê uma olhadinha. É uma pena que o nosso fórum não seja, para a maioria dos colegas, um espaço de discussão, de aprendizagem e de comunhão de tudo o que é exitoso no nosso dia a dia. Aliás, foi exatamente por sentir um certo descaso para com o nosso fórum, algo como um "fazer por fazer", que personalizei as páginas do nosso fórum, já que ele ficou distante de ser um espaço de discussão, de partilha, de construção do novo.

Fico agradecido por tudo o que tenho aprendido a partir dos seus comentários no nosso fórum. Afinal, o fórum é para isso mesmo, não acha?

Grande abraço !!!

por Admin em Qui 5 Fev 2015 - 15:53

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Verdade mestre!!! É uma pena que uma ideia tão boa não esteja dando os frutos esperados. Fico matutando: como chegaremos a uma escola ideal? Se por onde passamos encontramos pessoas sem "vontade de mudança" mas também encontramos pessoas dedicadas e esforçadas, que um dia nos levarão para a escola ideal. O que nunca podemos é desistir. Concorda?

por Emerson Silva em Qua 11 Fev 2015 - 21:20

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É isso mesmo. Esta é a diferença entre professores e Professores. A vontade, o querer, o desejo de mudança, a tomada de posição, é algo que dá sentido ao nosso fazer. Sem isso, estaremos todos perdidos.

por Admin em Qui 12 Fev 2015 - 6:05


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PROFA. FLÁVIA ROBERTA SDALGADO BENNING

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 22:56

É com certa tristeza que leio os questionamentos desta atividade...

O tema avaliação tem sido repetidamente discutido em nossos encontros e se hoje está de volta é sinal de que nada do que tenha sido dito antes foi entendido ou aceito como verdade e por isso pensei em nem mesmo responder a tais perguntas.

Apesar do já exposto acima, acho relevante lembrar aqui que somos todos professores experientes, fomos devidamente preparados em nossos cursos de formação, passamos pelo crivo de um concurso público e cumprimos um estágio probatório, o que nos qualifica e assegura nossa aptidão para a tarefa que executamos, sendo absolutamente desnecessário "tomar nossa lição" a cerca de avaliação, seus instrumentos, critérios ou metodologias...

O que realmente dificulta o processo avaliativo é o sistema que aí está e que só nos constrange, oprime e anula, beneficiando desmedida e desmerecidamente todo e qualquer aluno. levando-os a comportar-se de modo completamente desinteressado, irresponsável e alheio à parte que lhes cabe no processo de construção do saber.

É urgente definir que parte somos nisso tudo e o que queremos de fato; pois se queremos avaliações sérias então que se dê total liberdade e autonomia ao professor para avaliar e que os resultados obtidos sejam aceitos e respeitados porque o que vemos dentro da própria escola é justamente o contrário, aquele colega que cobra um pouco mais é recriminado e desvalorizado.

por Flavia Benning em Qua 4 Fev 2015 - 20:03

===============================================

Ok, Flávia.

É muito interessante este seu comentário que, em alguns aspectos, concordo. Entretanto, acredito que, independentemente das rédeas do sistema, temos muito a construir neste sentido. Vejo que a avaliação é muitas vezes injusta em relação aos estudantes e, como ficou transparente no seu colóquio, os professores não ficamos de fora deste rol de injustiças que precisam ser pelo menos diminuído, senão exterminado por completo.

Comungo plenamente do seu pensamento quando afirma que "É urgente definir que parte somos nisso tudo e o que queremos de fato"... "que os resultados obtidos sejam aceitos e respeitados", e que nas ações em contrário, saibamos discernir entre o que é pertinente ao sistema e o que lhe é acrescentado tanto por desrespeito ao professor, quanto por autoritarismo e por falta de diálogo e de gerenciamento.

Assim, tenho que admitir que dentro de cada um de nós tem que existir dois espíritos, um utópico e outro guerreiro. O primeiro é o que não abre mão dos seus sonhos e o segundo é aquele que, muitas vezes cambaleado, não desiste da guerra, sabendo que a vitória, mesmo que ainda esteja distante, se aproxima... e essa percepção alimenta as nossas utopias, os nossos sonhos.

por Admin em Qui 5 Fev 2015 - 15:37
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PROF. HUMBERTO JORGE CASTELO BRANCO

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 23:05

ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO
1-Participação ativa de todos envolvidos na estrutura do processo de ensino e aprendizagem professores, gestores e comunidade.
2-Baseada no conhecimento , no esclarecimento e na auto- reflexão crítica para superar os modelos.
3-Devemos discutir e planejar valorizando a cultura local atuando junto a comunidade em busca do desenvolvimento que o grupo apresenta.
4 e 5- São adequados ao nível de desenvolvimento de cada aluno.
6-Representa um desafio alcançável para cada aluno levam em conta a sua competência atual e o fazem avançar.
7-Estimular a auto -estima e o autoconceito para que o aluno possa sentir que em certo grau aprendeu que seu esforço valeu a pena.

por Humberto J Castelo Branco em Qui 29 Jan 2015 - 22:34
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PROFA. JACICLEIDE OLIVEIRA SANTOS

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 23:09

Pág 17 Reflexão e Ação

1) Motivar os alunos para que eles participem efetivamente do processo avaliativo.Estabelecer uma relação de confiança onde meus alunos entendam que o que vai fazer a diferença em sua vidas não é a nota que ele obteve e sim o que ele realmente aprendeu.Enfim fazê-los compreender que os conhecimentos produzidos pelos estudos de disciplinas visa prepará-los para vida,para o mercado de trabalho.Que seja capaz de transformar a sociedade em que vive tornando-se um cidadão crítico responsável e consciente.

2) Avaliar o que o aluno aprendeu ,verificar o que deu certo e o que deu errado para a partir disso rever nossa prática pedagógica visando um melhor aprendizado para nossos alunos.

Pág 28 Reflexão e Ação

3) Em nosso PPP não consta conceitos de avaliação

4) Exercícios,pesquisas,trabalhos individuais e coletivos,avaliação escrita.

5) Os critérios utilizados são de duas a cinco atividades para nota e a avaliação para se obter a média do bimestre.

6) O estudante será aprovado quando obtiver média anual igual ou superior a 6,0 (seis)em cada disciplina.
Quando não obtiver a média é realizado um conselho de classe para decidir a situação do aluno.

7) É fundamental avaliar de forma a valorizar as experiências,a vivência dos estudantes estimulando-os a buscarem soluções.

por jacicleide em Sex 30 Jan 2015 - 16:43

===============================================

São muito boas, Jacicleide, as suas ponderações, principalmente quando descreveu que "É fundamental avaliar de forma a valorizar as experiências,a vivência dos estudantes estimulando-os a buscarem soluções." No nosso tempo, não podemos perder este foco. Senti falta da projeção da avaliação sobre o trabalho do professor e a proposta pedagógica da escola. Trata-se de outro aspecto que não podemos perder o foco, apesar de estamos ainda muito atrelados aos sistemas de avaliação que tradicionalmente estão focados apenas no estudante. É um desafio a ser superado e que acredito que estamos bem mais próximo.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 16:52

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Olá, Jacicleide,

Percebi que tinha aberto um tópico no sentido de responder a atividade do mês de janeiro. Considerando que a sua resposta estava também na sua página pessoal, removi o tópico para não sobrecarregar o fórum e evitar repetições de postagens. Ok !?

Grande Abraço !!!

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 17:06
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PROF. JOSÉ SANTOS HONORATO

Mensagem por Admin em Ter 23 Jun 2015 - 23:16

O grande desafio tem sido avaliar o aluno em todas as suas competências, verificar e medir a aprendizagem de trinta a quarenta alunos por sala, com dez a treze turmas, sendo que cada educando tem potencial diferente de aprendizagem. Por fim, transformar esse resultado em números para estatísticas, levando em conta a quantidade e a qualidade do aprendizado.
A avaliação pode ser adotada com vistas à promoção, aceleração de estudos e classificação, e deve ser desenvolvida pela escola refletindo a proposta expressa em seu projeto político pedagógico. Importante observar que a avaliação da aprendizagem deve assumir caráter educativo, viabilizando especialmente ao estudante a condição de analisar seu percurso e ao professor e à escola identificar dificuldades e potencialidades individuais e coletivas.

por Honorato Santos em Sex 30 Jan 2015 - 22:29

==========================================

Na avaliação da aprendizagem do estudante o professor utiliza procedimentos e instrumentos diversos, tais como: a observação, os registros individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, entrevistas, provas e testes adequados a faixa etária e as características de desenvolvimento do educando, utilizando a coleta de informações sobre a aprendizagem dos alunos como diagnóstico para as intervenções pedagógicas necessárias.

por Honorato Santos em Sex 30 Jan 2015 - 22:35

==========================================

Olá, Honorato,

Muito boas as suas colocações, principalmente quando coloca a avaliação com foco em possíveis intervenções que englobam o projeto da escola e a prática do professor no sentido de oferecer aos estudantes as melhores oportunidades possíveis. Isso é fundamental no processo de avaliação educacional.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 22:44
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PROFA. LUCIANA BERNARDO

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:06

Eu não respondi a atividade REFLEXÃO E AÇÃO nº 7? Como assim? Eu lembro muito bem ter feito.

por Luciana Bernardo em Qui 29 Jan 2015 - 14:17

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Ok, Luciana,

Não há porque se preocupar. A sua atividade foi feita no dia 27 de dezembro, ou seja, depois do prazo das atividades do SIMEC que é de 20 a 24 de cada mês, com exceção da atividades deste mês que foram prorrogadas até o dia 30. Os dados de cada cursista foram coletados no período de 18 a 25 de dezembro. Por esta razão é que a postagem não está aparecendo ainda na sua página. Somente depois do dia 30 deste mês é que farei as atualizações das postagens feitas fora do prazo determinado.

Um grande abraço !!!

por Admin em Qui 29 Jan 2015 - 18:37

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REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 17): lol!

1 - Acredito que o primeiro passo seja motivar os alunos para que eles participem efetivamente do processo avaliativo, pois como poderei avaliar um aluno que não participa das atividades propostas, que não faz trabalhos e avaliações? Então o primeiro desafio é estabelecer uma relação onde os alunos decidam realmente participar desse processo avaliativo, fazê-los entenderem que o que vai fazer diferença em suas vidas não será o número de anos que ele ficou na escola, ou as notas que ele teve no boletim, notas essas que muitas vezes podem não ser expressão verdadeira de seu aprendizado, mas sim, o que vai mudar a vida dele é o que realmente ele aprendeu, as habilidades adquiridas. Enfim fazê-los compreender que os conhecimentos produzidos pelo estudo das diferentes disciplinas visa prepará-los para a vida, para o mercado de trabalho, ou seja, para que ele seja capaz de atuar, compreender, agir e transformar essa sociedade na qual ele vive, sendo assim, um cidadão crítico responsável e consciente.

2 - A avaliação é um processo natural que acontece para que o professor tenha uma noção dos conteúdos assimilados pelos alunos, bem como saber se as metodologias de ensino adotadas por ele estão surtindo efeito na aprendizagem dos alunos. Atualmente, é um subsídio entendido não só como o resultado dos testes e provas, mas também de um processo contínuo e que ocorre dia após dia, visando a correção de erros e encaminhando o aluno para aquisição dos objetivos previstos.

por Luciana Bernardo em Sex 30 Jan 2015 - 12:11

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REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 28):

3 - Ele vislumbra os princípios da LDB para uma educação de qualidade e coerente com a realidade escolar, onde lança metas e ações que norteiam a função social da escola mas não especifica o processo avaliativo.

4 - Atividades individuais e em grupo, participação em projetos da escola, testes objetivos e avaliações externas.

5 - Participação efetiva do aluno.

6 - O Conselho de Classe formado pela Direção e o corpo docente, que no PPP da escola é proposto que seja realizado regularmente ao final de cada semestre.

7 – Que o resultado das avaliações realizadas pelo professor ao final do ano seja respeitado porque não adianta fazer um trabalho sério, comprometido, se este sofre intervenções de fora e desfaz-se todo o processo de um ano todo.

por Luciana Bernardo em Sex 30 Jan 2015 - 14:14

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Ok, Luciana. Fico muito feliz quando percebo que o professor, na sua prática avaliativa, tem um trabalho que contempla também a sua prática docente, o que você fez com muita propriedade ao afirmar que "A avaliação é um processo natural que acontece para que o professor tenha uma noção dos conteúdos assimilados pelos alunos, bem como saber se as metodologias de ensino adotadas por ele estão surtindo efeito na aprendizagem dos alunos."

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 16:58
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Re: ATIVIDADE DO MÊS DE JANEIRO - CADERNO 06 - PÁGINAS 17 E 28

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:11

REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 17):

1 – Levar o aluno a desenvolver o gosto pelos estudos, pois muitos se preocupam apenas em obter a nota necessária para a sua aprovação, não levando em conta que os conteúdos estudados poderão ajudá-los futuramente no vestibular, Enem ou Concurso Público.

2 – É um subsídio que temos para sondar o grau de aprendizagem dos alunos e termos uma ideia do trabalho que estamos realizando, pois dependendo dos resultados obtidos nas avaliações podemos rever nossas práticas pedagógicas e adequarmos o planejamento ao nível da turma.


REFLEXÃO E AÇÃO (PÁGINA 28):

3 – O Plano Político Pedagógico da escola não traz nenhuma orientação sobre como deve ser feito o processo avaliativo, seguimos a orientação da Secretaria de Educação que determina uma prova escrita e algumas atividades durante o bimestre.

4 – Testes escritos e orais, avaliações objetivas, produções textuais, interpretações de textos e apresentações de trabalhos e projetos, que dependendo das circunstâncias podem ser feitos individual ou em grupo, na sala de aula ou em outro ambiente para a comunidade escolar.

5 – Acompanhamento do desenvolvimento dos alunos nas atividades em sala, o cumprimento das tarefas propostas e o desempenho deles nas avaliações e testes.

6 – De acordo com o PPP deveria acontecer ao término de cada bimestre um Conselho de Classe formado pelos gestores, coordenadores e principalmente professores que estão mais cientes do desenvolvimento dos alunos em sala (o que na prática, nem sempre ocorre ou é feito às pressas). Assim, seriam diagnosticados os problemas de cada sala e haveria tempo para resolvê-los.

7 – Avaliar é muito complexo, pois cada aluno tem a sua história, temos alunos oriundos de escolas particulares, de sítios, com objetivos, outros que só querem concluir e aqueles que não querem nada (geração NEM-NEM). Então cabe ao professor observar o comprometimento de cada um para saber balancear suas avaliações.

por Luciene Helena em Sex 30 Jan 2015 - 18:36

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Que bom, Luciene, a gente perceber que o professor do nosso tempo já tem uma preocupação com um a avaliação que transcende a dimensão do estudante e começa a questionar o trabalho do professor no sentido de refazê-lo, de incrementar os aspectos que obtiveram êxito e reconstruir o que não está dando resultados satisfatórios. Com efeito, se o professor consegue fazer essa leitura a respeito da sua prática docente e agir em função de tudo o que aí é diagnosticado, uma vez refeito o seu projeto, os resultados aparecerão nas avaliações dos resultados dos estudantes. Fico muito feliz quando vejo, dentre muitas outras, essa grandeza do professor.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 19:49




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PROF. MARCOS VIEIRA

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:18

por Marcos Vieira em Sex 30 Jan 2015 - 16:24
1-Os alunos

2-Decepcionante, já que o sistema ao longo dos anos tem facilitado muito para os alunos.

por Marcos Vieira em Sex 30 Jan 2015 - 16:24

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3-Durante muito tempo, a avaliação foi usada como instrumento para classificar e rotular os alunos entre os bons, os que dão trabalho e os que não têm jeito. A prova bimestral, por exemplo, servia como uma ameaça à turma. Felizmente, esse modelo ficou ultrapassado e, atualmente, a avaliação é vista como uma das mais importantes ferramentas à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola: fazer todos os estudantes avançarem. Ou seja, o importante hoje é encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado da garotada e oferecer alternativas para uma evolução mais segura.

4-Para se ter um processo de ensino aprendizagem de “qualidade” e principalmente uma avaliação que não reprima seus alunos, o professor competente se utiliza dos instrumentos avaliativos que podem ser segundo Hoffmann objetivos e subjetivos. Tais instrumentos requerem dos educadores maior atenção, pois muitas questões de provas formuladas pelos docentes acabam virando verdadeiros “pegas” na hora da avaliação.

5-Frequência,participação em sala,resolução de exercícios propostos.

6-Realização de conselho de classe.

7-É fundamental que os educadores avaliem de forma a valorizar as experiências, a vivencia dos estudantes estimulando-os a buscarem soluções, com a postura de quem tem confiança na capacidade de aprender.
É preciso ser parceiro do estudante nas dificuldades para que o mesmo não se desestimule e acabe por desistir.

por Marcos Vieira em Sex 30 Jan 2015 - 19:22

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Ok, Marcos.

Que bom rever conceitos como os de Hoffmann, conceitos estes que muitas vezes ficam na linha do esquecimento. Penso que, mesmo que muitas vezes nos apropriemos de determinados conceitos, poucas vezes nos detemos a aperfeiçoá-los nas nossas atividades em sala de aula. São muito pertinentes as questões que você nos apresenta. Entretanto, senti falta de uma das finalidades da avaliação no que diz respeito ao trabalho do professor e ao projeto da instituição. Acredito que é mais um dos desafios que temos diante de nós, principalmente se considerarmos que nas nossas práticas pedagógicas há muitas marcas de um modelo tradicional de educação que precisam ser superadas, mas que esse processo de superação necessita de tempo.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 19:42


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PROFA. MARIA CILENE DA SILVA

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:25

Um dos desafios no campo da avaliação é levar o aluno a querer ampliar seus conhecimentos, conscientizando-o sobre a avaliação como uma estrátégia capaz de contribuir na sua formação direta.

Avaliar faz parte do nosso cotidiano, o que é preciso é ter clareza dos objetivos que pretendemos alcançar. Um aspecto muito importante que utilizo é a avaliação processual para diagnosticar aspectos que precisam ser melhorados.

por Maria Cilene da Silva em Qui 29 Jan 2015 - 23:16

=============================================

No PPP não há uma definição pré-estabelecida sobre avaliação, mas compromete-se em desenvolver na prática os principais norteadores do Ensino Fundamental e médio. Na avaliação os principais instrumentos utilizados são os testes objetivos e subjetivos, atividades em grupo e individual, pesquisas, debates, participação nos projetos desenvolvidos e avaliações externas. A avaliação é realizada através da participação efetiva do aluno e algumas decisões tomadas pelo conselho de classe; o qual reúne professores e direção.

por Maria Cilene da Silva em Qui 29 Jan 2015 - 23:39

============================================

Olá, Cilene,

Muito boas as suas intervenções, principalmente quando se refere a avaliação no sentido de diagnosticar aspectos que precisam ser melhorados. Isso deve ser um compromisso de cada professor.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 22:10
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PROFA. MARIA EDENICE DA SILVA

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:33

Avaliação não pode só priorizar os resultados obtidos pelos alunos. No meu entender esse processo pode ir além. Se faz necessário que o professor conheça o educando em outros aspectos que não são apenas os relacionados aos seus objetivos alcançados, é essencial, que haja um conhecimento , um acompanhamento do aprendizado do educando para que possibilite o professor a buscar meios , estratégias que possam ajudar os educandos a resolver as suas dificuldades e ao avanço no processo do desenvolvimento educacional. Ela se faz necessário para que possamos refletir, questionar e transformar nossas ações.Avaliar é algo complexo, pois não é simples avaliar alguém e ser avaliado.

Na Escola, os critérios seguem a normativa da secretaria, onde os educandos são atribuídos uma pontuação de 0 a 10 por uma avaliação e de 0 a 10 pontuados através de trabalhos , porém o somatório dar o resultado final.No caso do PPP e do Conselho há uma necessidade de ajustes com relação a avaliação.

por maria edenice da silva em Sex 30 Jan 2015 - 19:48

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Ok, Rosa,

Concordo com o seu pensamento e fico muito feliz quando percebo que o professor de nossa escola tem essa consciência de que a avaliação não está voltada somente para os estudantes, pois implica muitas reflexões a respeito da prática do professor que deve ser aperfeiçoada sempre, como também o projeto da escola onde estamos todos inseridos. Se esses conceitos conseguirem sair da teoria para a prática, com certeza, os resultados dos nossos estudantes serão bem melhores.

por Admin em Sex 30 Jan 2015 - 19:53
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PROFA. MARIA GORETE DE LUCENA

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:38

1-Os grandes desafios no campo da avaliação educacional têm sido o de garantir que todos os alunos aprendam o que seja necessário para que possam dar continuidade aos seus estudos e o de garantir a qualidade dos conteúdos administrados na escola.

2-Para mim avaliação é um subsídio do qual o professor dispõe para que possa diagnosticar aspectos que precisam ser melhorados na aprendizagem dos alunos, assim como, na sua própria prática pedagógica.

3-No PPP da escola não foi apresentada uma definição de AVALIAÇÃO, nele encontram-se algumas metas e ações que visam, de acordo com o projeto,proporcionar uma educação de qualidade, norteada pelos princípios da LDB.

4-Atividades individuais e em grupo, participação em projetos da escola, testes objetivos e avaliações externas.

5-Participação efetiva do aluno.

6-Conselho de classe o qual reúne professores e direção.

7-Levar sempre em conta a realidade do aluno, respeitando sua capacidade e limite como ser humano que é.


por Gorete Lucena em Qui 29 Jan 2015 - 9:04
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PROFA. MÔNICA OLIVEIRA

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:48

No decorrer da nossa história, por um longo período, a avaliação educacional esteve voltada para a verificação dos resultados obtidos pelos estudantes no que diz respeito a aprovação e a reprovação ao término do ano letivo. Esta concepção de avaliação focada apenas nos resultados obtidos pelos estudantes tornou-se um paradigma que foi sendo assimilado e impregnado na prática cotidiana dos professores e dos estudantes, limitando as reais finalidades da avaliação nos contextos da escola e da sociedade.

A grande quantidade de pesquisas científicas realizadas apontam para uma nova realidade na qual a avaliação educacional vem sendo muito questionada nas ultimas décadas, se tornando objeto de estudo. De uma maneira mais ampla, romper com o modelo tradicional de avaliação é um dos maiores desafios para os que fazem a escola contemporânea, levando-se em conta que a avaliação deve considerar a totalidade da escola, a adequação do seu espaço às finalidades a que se propõe, a ação dos docentes e a conduta dos discentes.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica apontam para a avaliação interna, externa e institucional, já que a avaliação da aprendizagem está estreitamente associada à maneira como se desenvolve o processo ensino aprendizagem e a sua adequação às finalidades e às exigências do mundo contemporâneo.

Considerando a minha formação e experiência docente, o maior desafio se estabelece a partir do momento em que, numa mesma sala de aula, há um quantitativo muito grande de estudantes que não me permite avaliar a cada um de forma específica, justa e criteriosa. A quantidade de estudantes e o volume de conteúdos a serem vivenciados em um curto espaço de tempo dificultam o processo de avaliação por parte do professor.

por Mônica Oliveira em Dom 25 Jan 2015 - 9:30

=============================================

QUAL SUA CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO E COMO ELA SE CONSTITUIU NA SUA TRAJETÓRIA DOCENTE?

A avaliação é o aspecto mais complexo do conjunto do trabalho do professor por diversas razões que não são fáceis de descrever, mas que estão muito presentes no nosso dia a dia em cada sala de aula. As diferenças biológicas e empíricas existentes em cada um dos estudantes, as dificuldades de compreensão da ação avaliativa, o estabelecimento de parâmetros avaliativos, bem como as exigências dos sistemas de educação, são algumas das razões que dificultam a avaliação da aprendizagem. É neste contexto que a prática da avaliação se estabelece e se constitui de forma gradativa na prática docente do professor.

Na minha trajetória docente, a maneira de avaliar partiu de uma forma tradicional que se fundamentava em valores quantitativos. Esta prática foi sendo modificada à medida que as experiências na sala de aula foram se acumulando e que me fizeram perceber outros aspectos que se escondiam por trás de cada prova e de cada atividade avaliativa, muitos destes mostrados pelos próprios estudantes. Essas experiências, bem como o estudo de alguns teóricos, me conduziram a várias reflexões que me levaram a compreensão da avaliação como um processo de observação diária envolvendo a relação existente entre o que é ensinado e o que é aprendido, considerando-se as experiências anteriores tanto do estudante quanto do professor, bem como todo o conhecimento construído a partir do convívio cotidiano da escola.

Apesar dos limites descritos nos teores das normativas referentes a avaliação estabelecidos pelos sistemas educacionais nos quais estamos inseridos, este processo de observação constante permite que, no cotidiano da sala de aula, estudantes e professores percebam suas experiências exitosas, como também reconheçam aspectos nos quais as dificuldades interferem nos resultados do seu trabalho, podendo incrementar as práticas exitosas e interferir naquelas que deixaram a desejar ou que não produziram os efeitos esperados. Desta maneira, para além dimensão tradicional e histórica da classificação dos estudantes através de notas ou conceitos que os seleciona como aprovados ou reprovados, a avaliação passa a estabelecer novos critérios de observação que consideram não somente os aspectos quantitativos, os aspectos qualitativos, valores e significados dos saberes resultantes do processo educativo.

por Mônica Oliveira em Dom 25 Jan 2015 - 9:30

==================================================

DEFINIÇÕES DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ENCONTRADAS NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E NO PLANEJAMENTO PESSOAL

O Projeto Político Pedagógico da Escola Cleto Campelo trata da avaliação nos seguintes termos:

"ESTA PRESENTE PROPOSTA SERÁ AVALIADA ATRAVÉS DO PROCESSO DE AMOSTRAGEM COM ALUNOS E FUNCIONÁRIOS, VISANDO IDENTIFICAR A EFICÁCIA DAS METAS E AÇÕES."

O que podemos perceber com toda clareza é que o Projeto Político Pedagógico da escola não se refere de maneira específica a avaliação da aprendizagem nos seus aspectos interno, externo e institucional. O termo aqui é utilizado se refere a avaliação do próprio projeto no sentido de promover as adequações que sejam necessárias a partir da observação do desenvolvimento das ações e das metas pré estabelecidas para serem vivenciadas no cotidiano da escola.

Em relação ao meu planejamento pessoal, costumo descrever de que maneira a avaliação será feita, os métodos e os critérios a serem aplicados, dentre outros aspectos, inclusive aqueles que são pertinentes à normatização do sistema educacional. Entretanto, no campo dos conceitos e das definições a respeito da avaliação da aprendizagem, mesmo que me refira muitas vezes a esta questão no cotidiano da sala de aula, não tenho o hábito de descrever tais concepções no planejamento da disciplina.

por Mônica Oliveira em Seg 26 Jan 2015 - 15:57

==================================================

QUAIS OS INSTRUMENTOS MAIS UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ?

Conforme me referi anteriormente, o Projeto Político Pedagógico da escola não se refere de maneira específica a avaliação da aprendizagem nos seus aspectos interno, externo e institucional. Isso corresponde a afirmar que, para além das dificuldades do professor, existem alguns aspectos da prática avaliativa da escola que devem ser revisitados, principalmente no que diz respeito a avaliação institucional, com a finalidade de se promover as intervenções que se tornem necessárias, uma vez que os resultados desta avaliação sempre apontam para algumas situações que interferem tanto de forma positiva quanto de forma negativa nos resultados de todo o processo ensino aprendizagem, inclusive nos resultados obtidos por cada estudante em particular. Aqui, cabe uma reflexão a respeito do incremento do trabalho cujos resultados são exitosos e da intervenção para a correção dos resultados que não correspondem aos objetivos e as metas referentes a todo o processo educativo

Já em relação a avaliação da minha disciplina em sala de aula, no que diz respeito ao planejamento, como afirmei anteriormente, costumo descrever de que maneira a avaliação será feita, os métodos e os critérios a serem aplicados, dentre outros aspectos, inclusive aqueles que são pertinentes à normatização do sistema educacional. Neste sentido, mesmo que haja algumas modificações de uma para outra unidade didática, procuro inserir no contexto da avaliação da aprendizagem, para além das provas e exercícios escritos, o processo de observação e valorização da construção de todo o conhecimento que é perceptível na discussões coletivas, nas explanações individuais, na participação efetiva em cada atividade proposta e vivenciada dentro e fora da sala de aula.

Ponderando que as avaliações externas estão atreladas ao conhecimento de língua portuguesa e matemática, na medida do possível, procuro adaptar os exercícios e as atividades avaliativas à realidade destas provas, possibilitando aos estudantes uma maior adequação em relação aos seus modelos e métodos, o desenvolvimento das capacidades de discernimento, de percepção, de leitura, de interpretação de textos e proposições expressas nas mais variadas questões desta modalidade de avaliação.

por Mônica Oliveira em Ter 27 Jan 2015 - 5:15






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PROFA. RENATA AMÉLIA FAGUNDES

Mensagem por Admin em Qua 24 Jun 2015 - 6:53

1-Os alunos comumente não estudam para as avaliações, o que dificulta a obtenção de bons resultados e de aprendizagens realmente qualitativas. Há uma tendência predominante de estudarem apenas para obterem as médias mínimas necessárias para progredirem para a série posterior. Como resultado da falta de interesse e de perspectivas apresentadas pelos alunos, os professores também acabam se desmotivando, sobretudo, no final do ano letivo.

2- A avaliação é processo comum na práxis de todos os docentes uma vez que nos permite acompanhar os avanços e dificuldades apresentadas pelos alunos e ainda, contribui para que possamos reorientar nosso trabalho sempre que necessário. Eu utilizo da avaliação diagnóstica, somativa e formativa.

por Renata A. F. Santiago em Ter 27 Jan 2015 - 22:21

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3- A avaliação é um ato político-pedagógico que proporciona a mudança, o avanço, a transformação, a aprendizagem, a autonomia e a iniciativa, não apenas a atribuição de notas ou conceitos para reprovar ou aprovar o educando, sem possibilidade de crescimento.

4- A avaliação deve ser diagnóstica, somativa, processual, qualitativa e formativa. Sua função é diagnosticar se ocorreu a aprendizagem e um meio de obter informações necessárias sobre o desenvolvimento da prática pedagógica para a intervenção dos processos de aprendizagem. Desse modo, a avaliação não será tão somente um instrumento para aprovação e reprovação do aluno, mas a verificação do que se ensinou e o que se aprendeu.

5- Em nossa escola, os alunos têm a possibilidade de conquistar até 10,0 pontos de trabalhos e até 10,0 pontos em provas. De forma complementar, podem realizar a recuperação dos trabalhos.

6-Durante cada bimestre, em cada disciplina, será aplicada, uma prova no mínimo, e vários trabalhos ficando a critério do professor, desde que seja somatória, totalizando 10,0 pontos disponíveis para todos e publicamente contestáveis em sua aplicação; que os critérios de avaliação sejam conhecidos pelos estudantes e, em geral, desenvolvidos com eles de maneira colaborativa.

Em cada bimestre, após o lançamento das médias é realizado o Conselho de Classe (As vezes não dá tempo) onde os professores discutem os avanços e as limitações estabelecendo estratégias de intervenção possibilitando a recuperação das médias.

No fim do ano letivo, realiza-se o Conselho de Classe final, (ou tentamos fazer) onde os professores se reúnem para discutirem a situação de cada aluno, o rendimento e as dificuldades decidindo pela aprovação ou não.

7-No começo de cada ano, nos cursos de formação são analisados todos esses índices, a avaliação é repensada e são propostas novas metas para o período letivo que se inicia.

por Renata A. F. Santiago em Ter 27 Jan 2015 - 22:30

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Ok, Renata,

É muito pertinente esta afirmação que você nos apresenta:

"3- A avaliação é um ato político-pedagógico que proporciona a mudança, o avanço, a transformação, a aprendizagem, a autonomia e a iniciativa, não apenas a atribuição de notas ou conceitos para reprovar ou aprovar o educando, sem possibilidade de crescimento."

O que não me parece muito claro, de acordo com o enunciado da questão, é se ela é parte integrante do Projeto Político Pedagógico da Escola ou dos Planos de Ensino.

por Admin em Qua 28 Jan 2015 - 6:04


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